DISTORÇÕES, ÁCIDO E FLORES  
 



BRASIL, Centro-Oeste, CUIABA, BAU, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Livros, Música
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 Sandro Garcia


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BASIC BLUES MAGOOS (1968) – BLUES MAGOOS

 

 

 

Terceiro álbum dos Blues Magoos. Aqui, eles trilham o caminho da pop psicodelia, aproximando-se de bandas como os britânicos The Move (no álbum, há uma boa cover de “I Can Hear The Grass Grow”). Um pouco diferente dos dois primeiros álbuns da banda, onde a pegada de garagem é mais forte. A banda ainda tem vários singles e lados B raros, todos inéditos em CD. Mas quem tiver os dois primeiros álbuns e mais este terceiro, já terá o “básico” dos Blues Magoos (com o perdão do trocadilho).

 

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “BASIC BLUES MAGOOS” (1968): http://rapidshare.de/files/18836242/Blues_Magoos_-_Basic_Blues_Magoos__1968_.rar.html

 

 



Escrito por William às 14h37
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SO GLAD I FOUND YOU – THE MYSTERY TREND

 

 

Verdadeira lenda do cenário rock´n´roll de San Francisco, California, o grupo Mystery Trend surgiu em 1964 e virou uma sensação regional com as suas apresentações no Matrix Club e na antológica Fillmore no período 1965-1966. A formação era: Ron Nagle, nos vocais e no clavinete; Bob Cuff, na guitarra e nos vocais; Larry Bennet, no baixo; e John Luby, na bateria e nos vocais. O nome da banda surgiu de uma interpretação equivocada de uma expressão contida na letra de "Like A Rolling Stone", de Bob Dylan ( "mystery tramp" ).O Mystery Trend lançou um único compacto, em março de 1967, pela Verve Records: "Johnny Was A Good Boy". A canção é um dos incontáveis "clássicos perdidos" dos anos 60: um belo exemplo de acid punk, com letra inteligente e marcantes & dissonantes solos de guitarra. A banda se dissolveu no final de 1967. Ron Nagle ressurgiu um tempo depois como compositor/produtor/cantor da banda The Durocs. Mas mesmo tendo uma vida tão curta, o Mystery Trend nos deixou uma verdadeira gema do punk rock sessentista. Durante muito tempo se falou das músicas gravadas e nunca lançadas do Mystery Trend. Isso que era tido como um dos mais bem guardados segredos musicais dos anos 60 finalmente chegou ao conhecimento dos aficcionados pelo rock sessentista. O antológico combo californiano The Mystery Trend teve o seu lendário álbum So Glad I Found You lançado em formato digital pela Ace / Big Beat. É uma verdadeira pérola.Músicas como "Ten Empty Cups" e "One Day For Two" refletem um delicioso lado pop do grupo com influências de Lovin´ Spoonful e contrastam com a saturação de fuzz em faixas como "Mercy Killing" e "What If I". Há covers maravilhosos como "Shame Shame Shame", de Smiley Lewis, e "Substitute", do The Who. Uma boa surpresa é a bossa-nova "Mambo For Marion". Há a magistral "So Glad I Found You", que dá título ao álbum. Como faixas adicionais há as maravilhosas demos "Wake Up Cryin´" e "Lose Some Dreams". E ainda há toda a psicodelia de “Carl Street”, em duas versões. Um álbum clássico que estava perdido nas areias do tempo e que agora chega à luz, para a nossa sorte. Para quem só tinha a fantástica "Johnny Was a Good Boy" para se deleitar com o som dessa incrível banda, o anúncio do lançamento de So Glad I Found You é uma notícia mais do que fenomenal. O lançamento deste álbum em formato digital chega para fechar um dos mais importantes capítulos não só da história do rock californiano, como também da primeira era psicodélica.

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “SO GLAD I FOUND YOU”: http://rapidshare.de/files/18867110/The_Mystery_Trend_-_So_Glad_I_Found_You.rar.html



Escrito por William às 14h33
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TEEN DREAMS – KENNY & THE KASUALS

Quando veio à luz, em meados da década de 1970, este álbum foi saudado como o misterioso e tão aguardado “segundo LP” da banda texana Kenny and The Kasuals. Na verdade, trata-se de uma coletânea de material gravado pelo grupo em seu auge, nos anos 60. Inclui o grande hit “Journey To Thyme”. Kenny and The Kasuals é uma das mais representatives bandas do rock de garagem texano dos anos 60, e este Teen Dreams é simplesmente antológico. Transborda rusticidade garageira e psicodelia sessentista da melhor qualidade em todas as faixas. Para saber um pouco mais da história de Kenny and The Kasuals, acesse o link http://www.senhorf.com.br/revista/revista.jsp?numeroEdicaoAnterior=39

 

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “TEEN DREAMS”: http://rapidshare.de/files/18529305/Kenny_and_The_Kasuals_-_Teen_Dream.rar.html

 

 



Escrito por William às 14h29
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SUDDENLY ONE SUMMER (1968) – J.K. & CO.

 

 

 

Esta banda canadense era formada por J.K. (um músico vindo de Las Vegas, Estados Unidos), pelo produtor Robin Spurgin e uma turma de músicos de estúdio. O conceito do álbum é um flerte com contos de horror, documentando a miséria e a inevitável natureza auto-destrutiva do abuso de drogas. A faixa de abertura, “Break Of Dawn” (de 32 segundos), é, provavelmente, até hoje, a canção mais curta lançada em compacto de vinil de 7 polegadas. A musicalidade do álbum é impressionante, dada a idade do artista em questão à época da gravação. As faixas de destaque são: a extraordinária “Fly”, atualmente reconhecida como um dos maiores clássicos psicodélicos de todos os tempos, com suas esfuziantes linhas de piano, percussão e melotron; “Crystal Ball”, com seu duelo matador entre guitarra e Hammond; “Magical Fingers Of Minerva”, com suas místicas texturas de cítara envolvidas em ambientação onírica; e a desoladora “Dead”, completada pelo som da pá de um coveiro e de um sacerdote recitando preces fúnebres. Uma curiosidade sobre J.K. é a impressionante semelhança entre o seu estilo vocal e o de Thom Yorke, do Radiohead. “Fly” e “Dead” certamente soariam como a música que Thom & Co. estariam fazendo se eles estivessem em atividade por volta de 1968. Para quem gosta de psicodelia onírica e introspectiva do final dos anos 60, Suddenly One Summer é absolutamente imprescindível.

 

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “SUDDENLY ONE SUMMER” (1968): http://rapidshare.de/files/19567870/suddenly_one_summer__1968__-_jk___co.rar.html



Escrito por William às 14h25
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ULTIMATE SPINACH (1968) – ULTIMATE SPINACH

 

 

Esta estréia fonográfica do Ultimate Spinach é, sem dúvida, um dos melhores e mais característicos álbuns do então chamado “Bosstown Sound”, um selo usado para marcar algumas das mais vibrantes e talentosas bandas da Boston do final dos anos 60.  Infelizmente, essa estratégia de marketing não deu muito certo, e muitas dessas bandas foram consideradas plagiadoras do estilo das bandas da Costa Oeste. Mas o Ultimate Spinach era uma banda única, não copiava ninguém. Entretanto, não podemos negar a influência de Jefferson Airplane, The Doors e Country Joe & The Fish no som da banda. A diferença era que o som do Ultimate Spinach era um pouco mais comercialmente viável. Este álbum vendeu massivamente, chegando a 110.000 cópias vendidas só na primeira semana e passando 24 semanas no topo entre os LPs mais vendidos, segundo a Billboard. Aqui podemos perceber cada ingrediente de um bom álbum psicodélico maravilhosamente distribuídos em todas as faixas: um pretenso lirismo hippie, cravo barroco, ondulantes escalas orientais de guitarra, vocais a la Grace Slick por conta da vocalista Barabara Hudson e teclados a la Ray Manzarek, conduzidos pelo líder Ian Bruce-Douglas. Devido ao brilhantismo e à acessibilidade da música, este álbum provavelmente captura o espírito da psicodelia sessentista melhor do que muitos. Ao lado de “After Bathing At Baxter’s”, do Jefferson Airplane, este álbum de estréia do Ultimate Spinach é a mais vibrante e representativa trilha sonora do Verão do Amor.

 

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “ULTIMATE SPINACH” (1968): http://rapidshare.de/files/18514278/Ultimate_Spinach_I__1968_.rar.html



Escrito por William às 14h18
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BEHOLD AND SEE (1968) – ULTIMATE SPINACH

 

 

Depois do brilhante álbum de estréia, o Ultimate Spinach perpetrou, neste segundo álbum, a sua obra-prima definitiva. “Behold And See (Gilded Lamp Of The Cosmos)” e “Where You’re At” apresentam sublimes passagens de guitarra com belos vocais hippie de Carol Lee-Britt. A sideral “Mind Flowers”, com suas ardentes guitarras ácidas representa, talvez, o zênite psicodélico da banda. “What You’re Thinking Of (Jazz Thing)” mostra uma doce harmonia vocal e um competente desempenho tecladístico de Bruce-Douglas. Mas o destaque do álbum é mesmo a apropriadamente intitulada “Genesis Of Beauty Suíte (In Four Parts)”, que começa com um coral que apresenta belas harmonias vocais feminino-masculinas, órgão de igreja e fecha com ondulantes sessões tecladísticas. Pouco tempo depois de concluídas as sessões de gravação deste álbum, o gênio criativo da banda, Bruce-Douglas, deixou o grupo. Isso provocou a quebra da formação clássica do Ultimate Spinach. Pouco depois disso, o produtor e criador do fenômeno “Bosstown”, Alan Lorber, juntou um time de músicos sob o nome de Ultimate Spinach. Mas o único membro original era a vocalista Bárbara Hudson. Os outros eram ex-membros das bandas de Boston The Lost e Chamaleon Church. Essa formação gravou o descaracterizado e pouco representativo álbum Ultimate Spinach III. Mas são esses dois álbuns de 1968, gerados pela mente do gênio Bruce-Douglas, que capturam o ápice criativo desta que é uma das maiores bandas dos psicodélicos anos 60.

 

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “BEHOLD AND SEE” (1968): http://rapidshare.de/files/18520602/Ultimate_Spinach_-_Behold___See__1968_.rar.html



Escrito por William às 14h14
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HP LOVECRAFT VOLS. I & II (1967 e 1968) – HP LOVECRAFT

 

 

Uma das mais celebradas lendas da San Francisco psicodélica, a banda HP Lovecraft, na verdade, surgiu em Chicago, em 1967, formada pelo músico George Edwards. Ele e o tecladista Dave Michaels assumiram os vocais da banda, que, nessa parte, teve muita influência de Jefferson Airplane. O primeiro LP surgiu ainda em 1967 e, entre outras viagens, trazia o clássico instantâneo “White Ship”. A banda se mudou para a California em 1968, onde lançou o segundo e último LP com a formação clássica, HP Lovecraft II. Este segundo trabalho já traz a banda navegando por mares lisérgicos mais inusitados, com músicas altamente torporizantes, como “Electallentrando”.

 

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “HP LOVECRAFT I & II”: http://rapidshare.de/files/18339070/HP_Lovecraft__vols._I___II_-_1967-1968__-_HP_Lovecraft.rar.html



Escrito por William às 14h10
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THE 31st OF FEBRUARY (1968) – THE 31st OF FEBRUARY

 

 

The 31st Of February é uma banda de folk-rock psicodélico americana que lançou este único e auto-intitulado álbum em 1968. A formação consistia em Scott Boyer (guitarra e vocal), David Brown (baixo) e Butch Trucks (bateria). Mais tarde, Trucks faria parte da formação dos Almann Brothers. Entre as composições de Boyer e Brown, estão uma cover radical de "Codine", de Buffy Sainte-Marie, uma obscura canção de Jackie DeShannon chamada "The Greener Isle" e "Sandcastles", composição de  Dan Penn, Spooner Oldham e Chips Moman. Em "Porcelain Mirror" e "Cries Of Treason" podemos perceber os timbres folk mais acentuados. A orquestração e os tons barrocos de algumas faixas ajudam a criar um clima mais onírico, como em “Pedestals” (talvez a mais psicodélica das canções do álbum) e “A Different Kind Of Head”. Outro destaque: "A Nickel´s Worth Of Benny´s Help", com o seu forte teor de psicodelia californiana sessentista. Enfim, um álbum de folk-rock psicodélico que não pode ficar de fora de nenhuma coleção. Verdadeira raridade da primeira Era Psicodélica americana que agora está ao alcance de todos nós, verdadeiros admiradores do bom e velho rock psicodélico dos anos 60. 

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “THE 31ST OF FEBRUARY” (1968): http://rapidshare.de/files/17862693/the_31st_of_february.rar.html



Escrito por William às 14h05
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PSYCHEDELIC PSOUL (1967) – THE FREAK SCENE

Psychedelic Psoul é uma toda peculiar mistura de pop psicodélico e toques orientais. Antenado com as mudanças que estavam ocorrendo com o rock e com a música pop em 1967, o músico Rusty Evans realizou, com o seu projeto The Freak Scene, realizou um clássico da psicodelia pop americana. Este álbum representa um passo à frente em relação ao álbum “Psychedelic Moods”, que Evans havia lançado um ano antes com sua outra banda, The Deep. Psychedelic Psoul é um álbum essencial para todos os apreciadores do pop psicodélico americano do final dos anos 60 e um dos principais lançamentos de 1967, o ano da psicodelia.

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “PSYCHEDELIC PSOUL” (1967): http://rapidshare.de/files/19050276/Psychedelic_Psoul__1967__-_The_Freak_Scene.rar.html



Escrito por William às 14h00
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THE BEETHOVEN SOUL (1967) – THE BEETHOVEN SOUL

A única informação que tenho acerca desta banda é que ela é originária de Los Angeles, California, Estados Unidos. Aparentemente, este álbum de 1967 foi o único lançado pelo grupo. É um belo trabalho, que mescla um competente rock de garagem com instrumentos clássicos, como violino, flauta e cravo. Quem tiver qualquer outra informação adicional acerca desta interessante e obscura banda americana sessentista chamada The Beethoven Soul, mande um “comment”. Toda informação será bem-vinda.

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “THE BEETHOVEN SOUL” (1967): http://rapidshare.de/files/18269780/beethoven_soul.rar.html



Escrito por William às 13h56
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MUSIC EMPORIUM (1969) – MUSIC EMPORIUM

Uma das maiores relíquias da Primeira Era Psicodélica americana. Em 1969, foram prensadas, originalmente, apenas 300 cópias deste álbum (100 das quais permaneceram empoeiradas em um armazém por anos). Durante anos, apenas cópias piratas de péssima qualidade circularam pelas mãos de poucos colecionadores. Hoje, mais de 30 anos depois, a Sundazed Records relançou este tesouro em CD. Em termos de qualidade musical, rivaliza com seus contemporâneos Doors e Ultimate Spinach, até mesmo pela aproximação estilística. Simplesmente, não há destaques. Todas as faixas são gemas psicodélicas perfeitas. Temos aqui quase tudo o que um fã de rock psicodélico procura em um álbum: hipnóticos teclados de igreja misturados a incendiários solos de guitarra (“Nam Myo Renge Kyo”, “Prelude”, “Cage”), baladas resplandecentes (“Velvet Sunsets”, “Gentle Thursday”, “Winds Have Changed”), bizarrices psicodélicas alienígenas (“Catatonic Variations”, “Day Of Wrath”) e pop garageiro descompromissado (“Times Like This”). O guitarrista Dave Padwin contribui com sua estréia como compositor e vocalista em “Sun Never Shines”, que é puro The Doors da fase Waiting For The Sun. Enfim, este álbum é uma obra-de-arte imprescindível que merece ser adquirida por todos os admiradores do bom e velho rock psicodélico.

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “MUSIC EMPORIUM”(1969): http://rapidshare.de/files/19566461/music_emporium__1969_.rar.html



Escrito por William às 13h31
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PLASTIC CLOUD (1969) – PLASTIC CLOUD

O agora legendário único álbum desta banda garageiro-psicodélica canadense justapõe suaves harmonias vocais pop psicodélicas (que, para os meus ouvidos, parecem ser reminiscentes do Merseybeat) ao lado de guitarras saturadas de fuzz. Na era do vinil, este álbum era uma daquelas raridades disputadas ferozmente por colecionadores. Hoje, com a era digital e com a Internet, esta preciosidade está ao alcance de todos. Algumas faixas, como “Civilization Machines” (sem esquecer os devidos toques de psicodelia), parecem anunciar os primeiros passos do que, na década seguinte, seria conhecido como “rock progressivo”.

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “PLASTIC CLOUD” (1969): http://rapidshare.de/files/18438087/The_Plastic_Cloud_-_The_Plastic_Cloud__1969_.rar.html



Escrito por William às 13h26
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KALEIDOSCOPE (1969) – KALEIDOSCOPE (MÉXICO)

A edição original deste álbum é de 1969. Nesse ano foram prensadas apenas 200 cópias. Por conta disso, tornou-se uma relíquia preciosíssima disputada a tapas por colecionadores de raridades psicodélicas ao redor do mundo. Trata-se do único álbum desta banda garage-punk mexicana chamada Kaleidoscope. Muitas das faixas deste álbum apresentam soberbas passagens de órgão de garagem, esfuziantes solos de guitarras psicodélicas com efeitos de fuzz e vocais cantados num Inglês maravilhosamente desengonçado. O álbum inteiro do Kaleidoscope transpira aquele sentimento de “gravado-em-um-take” que tipifica, por exemplo, a arrogância e a atitude do primeiro álbum dos Stooges. As faixas de destaque são “Hang Out”, recheada de fuzz e Farfisa, que parece uma versão garage-punk em alta velocidade de “Crosstown Traffic”, de Hendrix; “I Think It’s All Right”, que apresenta uma das introduções mais marcantes que um rock garageiro sessentista poderia apresentar, carregada de teclados climáticos, uma impressionante e ondulante linha de guitarra com toques latinos e gritos a la Iggy Pop; e a melhor faixa do disco, “Colours”, com uma fuzz guitar incendiária, efeitos eletrônicos muito loucos, vocais de tirar o fôlego e a surreal inclusão de uma cômica buzina de bicicleta.

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “KALEIDOSCOPE” (1969): http://rapidshare.de/files/18447759/Kaleidoscope_Mexico__1969_.rar.html



Escrito por William às 13h21
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OF THE PEOPLE, BY THE PEOPLE, FOR THE PEOPLE FROM THE COMMON PEOPLE (1969) – THE COMMON PEOPLE

Apesar deste ser um dos álbuns mais cultuados por colecionadores de raridades psicodélicas, pouco se sabe acerca desta banda de cinco componentes chamada The Common People. Eles foram empresariados por Tim Hudson (que também empresariou The Seeds e The Lollipop Shoppe) e o álbum parece ter sido gravado em Los Angeles. Portanto, tudo indica que se trate de uma banda da Costa Oeste. De qualquer forma, o álbum é uma experiência interessante. O disco está longe da perfeição, mas é uma fileira muito empolgante de boas canções de pop psicodelia e garagem. Tudo leva a crer que alguém conectado à vasta gama de talentos ligados à gravadora Capitol (possivelmente David Axelrod) decidiu usar o Common People como um veículo para explorar um possível novo caminho para a pop psicodelia. Esse novo caminho poderia ter sido belamente pavimentado, se não fosse pelo fato do ouvinte encontrar um “atalho” no caminho após a terceira música do disco. As três primeiras faixas (“Soon There’ll Be Thunder”, “I Have Been Alone” e “Those Who Love”) apresentam alguns dos mais belos arranjos de orquestração psicodélica de todos os tempos. Mas o resto do disco mergulha de cabeça em praias mais garageiras. A questão é que a parte garagem é muito boa (inclusive, “Take From You” lembra muito os primeiros trabalhos do Love), mas, se o álbum tivesse seguido até o fim o clima das três primeiras faixas do disco, poderíamos estar falando aqui de um clássico na mesma linha de Forever Changes. Outro ponto alto é o vocal de Denny Robinett. Enfim, trata-se de um álbum tecnicamente irregular, mas cujos pontos altos suplantam com louvor os poucos pontos baixos.

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “OF THE PEOPLE, BY THE PEOPLE, FOR THE PEOPLE FROM THE COMMON PEOPLE” (1969): http://rapidshare.de/files/18425317/The_Common_People_-_Of_The_People__By_The_People__For_The_People_From_The_Common_People___1968_.rar.html



Escrito por William às 13h16
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FEEL... THE VEJTABLES – THE VEJTABLES

A gravadora Autumn, de San Francisco, foi a responsável pelo lançamento de algumas das melhores bandas californianas dos anos 60. Dentre elas, podemos destacar Beau Brummels, The Mojo Men e The Vejtables. Centrados na figura da bela e talentosa baterista e vocalista Jan Errico, os Vejtables já empolgavam as platéias na primeira metade dos anos 60, com seu rock psicodélico. A banda encerrou atividades em 1966, mas deixou um legado inestimável de ótimas canções. Esse legado é apresentado neste antológico álbum “Feel... The Vejtables”. Um dos destaques é, sem dúvida, a poderosa e marcante voz de Jan Errico (uma das musas do Flower Power), que, posteriormente, viria a ser vocalista dos Mojo Men.

CLIQUE NO LINK A SEGUIR E BAIXE O ÁLBUM “FEEL... THE VEJTABLES”: http://rapidshare.de/files/18452860/The_Vejtables_-_Feel_The_Vejtables__1965-66_.rar.html



Escrito por William às 12h52
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